Um grão minúsculo e que vem conquistando agricultores na região Oeste: é o sorgo, usado para o preparo de ração animal. A atividade ganhou interesse da família Jaskulski em Santa Helena, que pela primeira vez, fez a semeadura do grão como forma de teste.
Ao contrário de culturas tradicionais como a soja e o milho, o sorgo é mais resistente ao ataque de pragas e se adapta facilmente ao clima em nossa região. O manejo também é bem mais fácil.

Nas terras da família Jaskulski, em linha Navegantes, foram semeados cerca de 22 hectares de sorgo. Como há pouco plantio da cultura na região, o recebimento do sorgo é dificultado, assim como também sua logística, algo que deve mudar ao longo dos próximo anos, por se tratar de uma cultura mais rentável.
O sorgo é uma alternativa, seja no cultivo de verão, para a produção forrageira, seja no inverno ou segunda safra, voltado à produção de grãos e forragem. É produto que ganha espaço na chamada cesta básica de ingredientes forrageiros, junto com milho, trigo, triticale, farelo de arroz e fécula de mandioca.

Com o sistema de plantio direto na integração lavoura-pecuária-floresta, o cereal também ganha espaço por produzir palha de qualidade, proporcionando maior quantidade de matéria orgânica e melhor proteção do solo contra a erosão. Além disso, é capaz de aumentar a capacidade de retenção de água no solo.
Em entrevista para a Rádio Costa Oeste 93,3 FM, o agrônomo do IDR-Paraná, Jonas Egewarth, apresentou mais detalhes sobre a cultura do sorgo.



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